Resenha: O Ceifador - Neal Shustermam


Editora: Seguinte
Tradutor: Guilherme Miranda
448 páginas
2018

Outras resenhas do autor:
Fragmentados
O Fundo é apenas o começo

Primeiro mandamento: matarás.

A humanidade venceu todas as barreiras: fome, doenças, guerras, miséria... Até mesmo a morte. Agora os ceifadores são os únicos que podem pôr fim a uma vida, impedindo que o crescimento populacional vá além do limite e a Terra deixe de comportar a população por toda a eternidade.
Citra e Rowan são adolescentes escolhidos como aprendizes de ceifador - papel que nenhum dos dois quer desempenhar. Para receberem o anel e o manto da Ceifa, os adolescentes precisam dominar a arte da coleta, ou seja, precisam aprender a matar. Porém, se falharem em sua missão ou se a cumplicidade no treinamento se tornar algo mais, podem colocar a própria vida em risco.
*Sinopse original

"O que mais desejo para a humanidade não é a paz, o consolo ou a alegria. É que ainda morramos um pouco por dentro toda vez que testemunhemos a morte de outra pessoa. Pois só a dor da empatia nos manterá humanos, nenhum Deus vai poder nos ajudar se algum dia perdermos isso."

Sabe aquele livro que você cansou de ver por aí mas que nunca realmente prestou atenção? Pois bem, esse é o meu caso com O Ceifador, título que já ouvi falar por diversas vezes mas que só vi realmente com atenção após receber da Seguinte o segundo volume da trilogia, A Nuvem, o que me fez correr atrás do primeiro livro e, só então, foi que eu reparei nele de verdade e percebi que foi escrito por um autor que já havia me conquistado (sim gente,sou bem desatenta às vezes haha), lá em meados de 2015.


Resenha: Tudo aquilo que nos separa - Rosie Walsh


Editora Record
Tradutor: Márcio El-Jack
336 páginas
2018
*Prova não revisada recebida pelo VIB da Record

Bastaram sete dias para que Sarah e Eddie se conhecessem e se apaixonassem como nunca antes. Sete dias perfeitos de paixão mútua e então ele precisou partir para uma viagem há muito agendada, prometendo te ligar do aeroporto e em vários momentos depois, mas ele não liga. "Desencana do cara", seus amigos dizem, mas você sabe que eles estão errados e que deve ter acontecido algo para que Eddie não ligasse.

E Sarah está certa, mas o que fazer quando o motivo que os separa é a única verdade que eles não haviam compartilhado um com o outro?

"Não acho que o amor deva ser uma explosão. Não acho que deva ser dramático, cheio de sofreguidão, nem nada dessas bobagens que dizem os músicos e escritores. Mas acho que, quando acontece, nós sabemos."

Tudo Aquilo que nos separa é mais um dos livros que recebemos antecipadamente da editora, mas que por conta de diversos fatores externos acabou sendo deixado para depois (tanto que já até foi lançado) e confesso que pela apresentação também não fiquei super empolgada em o ler logo. Mas foi puro julgamento inicial, uma vez que quando o peguei e iniciei sua leitura foram questões de dias até chegar ao fim.


Resenha: Como não ser um babaca - Meghan Doherty


Editora: Intrínseca
Tradutor:
192 páginas
2015

Todos os dias, encontramos pessoas que nos fazem pensar: “caramba, que babaca!” Pode ser o sujeito que furou a fila na nossa frente no banco, ou a dondoca no avião que faz o favor de abaixar o encosto do banco em cima da nossa perna. Na escola, pode ser aquela garota que não para de fofocar durante a aula enquanto você tenta prestar atenção à matéria. E no trabalho, sempre tem um colega que deixa o micro-ondas sujo na cozinha ou afana sanduíches alheios da geladeira. E, às vezes, até mesmo a gente pode cometer gafes e causar uma impressão babaca, seja por desatenção (“Opa, não vi você aí na fila!”) ou por inocência (“Essas músicas são horríveis, né? Ah, desculpa, não sabia que era sua banda favorita!”).
Todo mundo está sujeito a escorregar, e para uma boa convivência em sociedade é essencial que saibamos identificar nossos gestos pouco simpáticos e agir com educação e respeito. E Como não ser um babaca traz inúmeros conselhos e dicas para nos ajudar a fazer isso.
Com exemplos bem-humorados e ilustrações divertidíssimas, Meghan Doherty apresenta diversos cenários em que há potencial para “comportamento babaca”, como no trânsito, em relacionamentos e até na internet, e nos convida a refletir como nossas ações podem afetar os outros.
*Sinopse original

Uma das coisas que amo no estande da Intrínseca durante a Bienal do Livro são os títulos a valores promocionais. Garimpa daqui, garimpa dali sempre há algo que valha a pena dar uma chance, ainda mais por um valor tão baixo, assim resolvi trazer pra casa esse livro que prometia ser um guia de etiqueta muito bem humorado.


Resenha: Amar tá osso - Vanessa Bosso



Editora: Astral Cultural
256 páginas
2018

Cléo tem certeza que possui o dedo podre para escolher namorados e decide fugir de relacionamentos por um tempo. Para sufocar o amor que existe dentro de si, ela se dedica de corpo e alma à clínica veterinária que tem em sociedade com sua irmã, a Franciscão. Mas, em uma manhã sossegada de domingo, dando uma caminhada com os seus dois filhos peludos, Cléo é pega de surpresa por um tiroteio que resulta em um cão ferido. A partir daquele momento, a vida da veterinária sofrerá uma guinada fenomenal.

Apesar de amar tá osso nos dias de hoje, o amor existe dentro de você. Liberte-o!
*Sinopse original

"Conexões profundas são como fios do destino tecidos em ouro. Não se desfazem com o tempo nem as circunstâncias. São eternas."

Se tem uma coisa que eu adoro são aquelas leituras leves e divertidas que passam num piscar de olhos e te renovam para os livros que virão a seguir, de tão alto astral que a história que eles contam é, e era exatamente o que eu esperava desse novo livro da Vanessa Bosso que, apesar de algumas ressalvas, não me decepcionou e cumpriu o esperado.


Resenha: Heroínas - Laura Conrado, Pam Gonçalves e Ray Tavares


Editora: Galera Record
256 páginas
2018

Outras resenhas das autoras:
Pam Gonçalves - O Amor nos tempos de #likes
Ray Tavares - Os Doze Signos de Valentina

Não faltam heróis. Dos clássicos às histórias contemporâneas os meninos e homens estão por todo lugar. Empunhando espadas, usando varinhas mágicas, atirando flechas ou duelando com sabres de luz. Mas os tempos mudam e já está mais do que na hora de as histórias mudarem também. Com discussões feministas cada vez mais empoderadas e potentes, meninas e mulheres exigem e precisam de algo que sempre foi entregue aos meninos de bandeja: se enxergar naquilo que consomem.
Este é o livro de um tempo novo, um tempo que exige que as mulheres ocupem todos os espaços, incluindo a literatura.
Laura Conrado imaginou as Três mosqueteiras como veterinárias de uma ONG, que de repente contam com a ajuda de uma estudante que não hesita em levantar seu escudo para defender os animais.
A Távola Redonda de Pam Gonçalves é liderada por Marina, que diante do sumiço do dinheiro que os alunos de sua escola pública arrecadaram para a formatura, desembainha a espada e reúne um grupo de meninas para garantirem a festa que planejaram.
E Roberta é a Robin Hood de Ray Tavares. Indignada com a situação da comunidade em que vive, a garota usa sua habilidade como hacker para corrigir algumas injustiças.
Este é um livro no qual as meninas salvam o dia. No qual elas são o que são todos os dias na vida real: heroínas. Finalmente.

*Sinopse original


"Eu aprendi a escutar e a valorizar a fala da outra, ainda que, às vezes, seja uma fala diferente da minha; a voz de toda mulher deve ser respeitada. Sororidade é isso, né? É a gente se reconhecer uma na outra."


Vindo pra mostrar a força e a capacidade das mulheres, Heroínas é uma coletânea de contos inspirados nos clássicos Os Três Mosqueteiros, Os Cavaleiros da Távola Redonda e Robin Hood. Todos originalmente protagonizados por homens, agora as histórias são contadas por meninas, em tempos bem atuais, que se dispõem a "salvar" o dia de uma forma bem heroica e cheia de atitude.