[HQs #11] Até o Fim - Eric Peleias, Gustavo Borges e Michel Ramalho

Olá, pessoas bonitas, sejam bem-vindos a mais um post de mangás e hqs!
E o post, ou melhor, hq de hoje, tem um gostinho especial. Isso porque assim como vocês, eu adoro uma promoção, apesar de serem poucas as que eu resolvo participar. Entretanto, sou fã e acompanho a carreira de um ilustrador brasileiro, o Gustavo Borges, e ao ver o sorteio que ele estava realizando, resolvi participar. Fui sortuda e ganhei!

Por isso, o post de hoje é sobre Até o Fim, uma hq de 96 páginas, com história de Eric Peleias, artes de Gustavo Borges e cores de Michel Ramalho.

A MORTE É O FIM DA VIDA? Você já se perguntou para onde vai depois? A vida simplesmente acaba ou há outra existência? Esta é a mesma para todos, ou cada um tem o destino de acordo com o que acreditou durante a vida? Até o fim é uma história sobre essas possibilidades. Lilian e seus amigos sofrem um acidente de carro e ela faz um acordo para poder voltar à vida: precisa escolher o destino adequado para a alma de cada um dos seus amigos antes de o sol nascer.
Até o Fim é uma hq muito bem resumida na sinopse. Curta, semelhante a um conto ilustrado, passa uma mensagem bonita e um tantinho melancólica.
Cinco jovens - dois deles noivos - cheios de sonhos, planos e ambições, sofrem um terrível acidente de carro. Com isso, todos falecem e ficam espalhados pela região da estrada em que o acidente ocorreu.
Entretanto, Lilian está decidida a voltar à sua antiga vida, pois acredita que há muito para viver. Com um pacto, ela possui tal oportunidade, mas para isso, precisa encontrar seus amigos e dar a eles o destino que cada um deseja.

A história é também muito profunda e poética, recheada de passagens sonhadoras e reflexivas, principalmente quanto ao que pode vir depois da morte, suas inúmeras possibilidades. Particularmente, meu destino favorito foi o de Vanessa. Não só por ser bem criativo e interessante ler sobre o que a personagem acreditava, mas também pelas ilustrações diferentes ao longo das páginas, deixando um tom mais místico.

As ilustrações e cores completam muito bem a trama. Os traços mais relaxados de Gustavo Borges e cores sóbrias e melancólicas de Michel Ramalho deixam o ambiente ideal para o tom que a história de Eric Peleias tem.

A mensagem que a hq passa também é um tanto cativante, principalmente quanto a aproveitar os pequenos detalhes enquanto se está vivo. Tentar ter menos estresse, mais felicidade nas relações e aproveitar cada minuto. Mas também, para trazer certo conforto, já que a morte pode não ser o nosso fim.

O acabamento da hq também é extremamente bom, em capa dura, com extras e boa diagramação, deixando o trabalho final primoroso. Até o Fim pode ser encontrado em livrarias físicas e onlines, com preço médio de R$39,90, pelo selo Geektopia, da Editora Novo Século.

Resenha: Um de Nós Está Mentindo - Karen M. McManus

Editora Galera Record
Tradutoras:
368 páginas
2017

O dia já começa estranho quando cinco alunos vão de forma improvável para a detenção. Nenhum deles tem um motivo concreto para estar lá. Mas todos ali têm segredos. Então, quando um deles morre após uma reação alérgica, quatro alunos supostamente injustos de estarem na detenção, passam a ser suspeitos de um assassinato no colégio. De um dia para o outro, suas vidas viram de cabeça para baixo, com uma fama de motivo indesejado. E Quem está falando a verdade, qual deles está mentindo?

Há algum tempo o Grupo Editorial Record lançou a divulgação em massa de Um de Nós Está Mentindo. Confesso que, quando li a sinopse e vi a capa, não achei nada demais e não me interessou muito. Porém, a editora presenteou o blog com uma prova antecipada do livro e, encarregada de ler, não pude ficar nada além de muito surpresa com uma ótima obra, que merece toda a atenção que está recebendo.

Resenha: Wink Poppy Midnight - April Genevieve Tucholke

Editora Galera Record
Tradutoras: Alda Lima e Maryanne Linz
224 páginas
2017

Poppy é uma garota fabulosa. Querida, popular, loira e de olhos claros. Consegue o que quer, sempre. Mas é má. E gosta de ser má. Midnight é o garoto deslocado. Conhece Poppy desde a infância e é apaixonado por ela. Mora apenas com o pai e aceita ser feito de pano de chão pela garota. Até conhecer a estranha garota ruiva. Wink acredita que todas as histórias possuem heróis e vilões. Possui muitos irmãos e vive numa fazenda. A estranha ruiva acredita que Midnight é o herói das histórias. Um acidente acontece, um desaparecimento em seguida. Quem é herói, quem é vilão, quem é mentiroso?

A primeira coisa que me chamou a atenção nesse livro, pra variar um pouco, foi a sinopse. Para mim, foi um tanto atraente e estranha. Não é que haja algo de especial e diferente, mas foi o suficiente pra eu ficar curiosa. Em seguida, a capa é um tanto intrigante. Simples, preta, com vários elementos estranhos e diferentes. E que em muito condizem com a história.

Resenha: Outlander: A Viajante do Tempo - Diana Gabaldon


Editora Arqueiro
Tradução Geni Hirata
800 páginas
2014

Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.

Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro escocês, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?

*Sinopse original


"Você é sangue do meu sangue, e carne da minha carne. Eu lhe dou o meu corpo e nós dois deveremos ser um. Eu lhe dou o meu espírito, até que a nossa vida acabe."

Como boa leitora que sou, quando uma história me interessa, sempre tento ler o livro antes de assistir a sua adaptação mas nesse caso a ordem foi inversa. Estava eu em uma tarde tediosa com a Netflix, tinha acabado Alias Grace, uma série maravilhosa, e estava a procura da próxima aventura quando me deparei com a série Outlander, que é a adaptação do livro. O que eu fiz: devorei as duas temporadas em questão de dias e depois sai em busca da terceira (que não esta disponível na plataforma) haha. Obviamente me apaixonei pela trama e entrei em desespero pelo livro, que pra minha sorte, era um dos títulos existentes na estante de um grande amigo que muito prontamente me emprestou o exemplar e devo dizer pra vocês que se eu me apaixonei pela adaptação, o livro é um sério caso de amor.


Resenha: Quando Eu Era Invisível - Martin Pistorius e Megan Lloyd Davies

Editora Astral Cultural
Tradutora: Maria do Rosário de Castro Pernas
2017
272 páginas

Até aos 12 anos, Martin Pistorius era um menino igual aos outros, feliz e saudável. Ninguém nunca imaginaria que um dia ele fosse adoecer gravemente e que, em pouco tempo, pararia de andar e falar. Para os médicos, Martin tinha entrado em estado vegetativo. Porém, lentamente, Martin começou a recuperar a consciência e a perceber tudo o que acontecia ao seu redor. Preso em seu próprio corpo, ele era incapaz de mostrar isso para a sua família e àqueles que cuidavam dele. Depois de 12 anos de encarceramento, Martin conheceu Virna, uma terapeuta que viu além do corpo preso a uma cadeira de rodas e que apenas movia os olhos. Ela conseguiu enxergar um ser humano na plena posse das suas faculdades mentais. Este foi apenas o princípio de um extraordinário renascimento e o primeiro impulso para que Martin despertasse, gradualmente, para a vida. De um menino que dependia completamente dos outros, Martin Pistorius transformou-se em um homem independente, que se formou na faculdade, conseguiu um emprego e casou com o amor da sua vida. A vida de Martin é uma surpreendente história real de superação que vai mexer com todas as suas emoções. Você vai torcer, chorar e reconhecer nele uma inspiradora força de vontade para realizar o impossível.
*sinopse original

A primeira vez que ouvi falar desse livro, foi no encontro de blogueiros realizado pela Astral Cultural na Bienal do Rio, em 2017. Logo que foi comentado sobre a história de Martin Pistorius, fiquei encantada, pois nunca havia ouvido falar nele e sua trajetória parecia ser de muita garra. Finalmente consegui ler um livro que estava muito animada pra ler e que quase supriu minhas expectativas.