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Resenha: O Dragão de Gelo - George R.R. Martin

 
Editora Leya
Tradutor: Gabriel Oliva Brum
128 páginas
2014

Outras resenhas do autor:
O Cavaleiro de Sete Reinos

Adara nasceu em um inverno que deixou marcas terríveis e profundas nos moradores da Terra do Norte.
Adara sempre contou os dias para o inverno chegar, não pelo seu aniversário mas para ver o seu melhor amigo, o misterioso e temido dragão de gelo, o único que consegue quebrar o seu silêncio. Mas agora a vida de ambos está em jogo.
Adara é filha do inverno, assim como o seu dragão.

"O dragão de gelo soprava a morte no mundo. Morte, quietude e frio. Mas Adara não tinha medo. Ela era uma criança do inverno, e o dragão de gelo era o seu segredo."

O Dragão de Gelo é uma trama pequena e rápida, que se passa muitos anos antes dos acontecimentos de As Crônicas de Gelo e Fogo, sobre a vida de Adara, uma menina tocada pelo inverno que possui uma forte ligação com o Dragão de Gelo.


Resenha: A Rosa Branca - Amy Ewing

Editora Leya
Tradutora: Débora Isidoro
320 páginas
2016

ATENÇÃO: Por se tratar do segundo volume da trilogia, a resenha pode conter spoilers. Leia a resenha do primeiro livro aqui.

Após inúmeros acontecimentos na Joia, a substituta Violet Lasting precisa fugir se quiser sobreviver. Com a ajuda de aliados preciosos de dentro da realeza, ela consegue escapar levando Raven e Ash consigo. Agora os três precisam atravessar cada um dos círculos até chegar à Fazenda, onde tentarão encontrar A Rosa Branca, para que possam ficar seguros sem precisar fugirem. Durante o caminho, descobrirão o plano que está sendo armado contra a realeza e que pode mudar o futuro de toda a Cidade Solitária.

“Substitutas não são meninas bobas que podem ser compradas e vendidas, tratadas como animais de estimação ou peças da mobília. Somos uma força a ser reconhecida e respeitada.”

Resenha: Almanaque Jedi - Brian Moura e Henrique Granado

 
Editora Leya/Conselho Jedi do Rio de Janeiro
112 páginas
2015

Como os Jedi constroem sabres de luz? Quantas pessoas vivem na Estrela da Morte? Quais são as referências escondidas que você nunca percebeu nos filmes? Qual o melhor caminho para entender o cânone do universo expandido? Estas e muitas outras são perguntas que todo fã de verdade já se fez. E as respostas estão todas aqui. 

2015, ano de estréia do primeiro filme da nova trilogia de Stars Wars e uma ótima oportunidade para a explosão de milhões de produtos sobre a saga. São bonecos, roupas, calçados, material escolar, DVDs, livros e tudo o mais que você puder imaginar.


Resenha: A Joia - Amy Ewing

Editora Leya
Tradutora: Débora Isidoro
352 páginas
2015

Apesar das semelhanças iniciais com outras tantas distopias que vemos por aí, a série A Cidade Solitária vem para trazer uma proposta extremamente original, coisa que nunca vimos antes. Por causa disso, a estranheza que causa é imensa e me fez devorar o livro em dois dias.
A Joia é uma mistura de distopia, fantasia e ficção científica. Me senti lendo uma mistura de A Seleção, ASOIAF e Gossip Girl (A Seleção por causa da realeza; ASOIAF por causa da extrema crueldade; e Gossip Girl por causa das fofocas e intrigas). Mas não se preocupem porque por incrível que pareça, isso resulta em uma ótima história.

Tentando explicar um pouco sobre o mundo, A Cidade Solitária é um lugar rodeado pelo mar, sendo basicamente uma ilha. Circular, é dividida em 5 partes por muros, da parte externa à mais interna. A Joia fica bem no meio da cidade, e é onde a realeza permanece. Fora isso, ainda temos o Banco, a Fábrica, a Fazenda e o Pântano. Ou seja, dos mais ricos para os mais pobres.
No passado, a realeza começou a ter problemas na hora de ter filhos; todos eles nasciam mortos. Descobriu-se, porém, que na parte mais pobre da cidade, o Pântano, algumas garotas nasciam com “poderes”, sendo capazes de carregar filhos para os mais ricos. Desde então, todo ano garotas com essa “anormalidade”, são enviadas como mercadorias para Joia, onde são vendidas e devem ter um filho para o casal, virando as Substitutas.


Resenha: O Cavaleiro dos Sete Reinos - George R.R. Martin

Editora Leya
Tradutora: Marcia Blasques
416 páginas
2014

Auge da dinastia Targaryen, com uma Westeros relativamente em paz durante o reinado do Rei Daeron, o Bom. É nesta época que Dunk, um menino da Baixada das Pulgas, tem a chance que vai mudar a sua vida: tornar-se escudeiro de um cavaleiro andante.
Anos depois, já adulto e com o seu cavaleiro morto, Dunk decide participar do torneio de Campina de Vaufreixo. É nesse contexto que conhece Egg, um menino de dez anos e sem nenhum cabelo, que acaba se tornando o seu escudeiro e companheiro, durante as viagens em busca de trabalho e aventura que faz através dos Sete Reinos.

  "Carvalho e ferro, guardem-me bem, senão estou perdido e no inferno também."

O Cavaleiro dos Sete Reinos é um prelúdio, acontecendo noventa anos antes do mundo que conhecemos em As Crônicas de Gelo e Fogo. Nele conhecemos três aventuras de Dunk, um cavaleiro andante e Egg, seu fiel escudeiro.
Dividido em três contos, todos com início, meio, fim e algumas pontas soltas, o livro nos traz aventuras medievais cheias de lutas, mortes e intrigas, que apesar de não tão presentes quanto nos outros livros, deixam a história mais interessante ao leitor.