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Resenha: Vilão - V. E. Schwab

 
Editora Record
Tradutora: Flavia de Lavor
364 páginas
2019

Uma história sobre ambição, inveja, desejo e superpoderes, da autora da série Tons de Magia.
Victor e Eli, dois jovens brilhantes, arrogantes e solitários, se conheceram na Universidade de Merit e logo se deram bem, identificando um no outro a mesma sagacidade e a mesma ambição. No último ano da faculdade, o interesse em comum numa pesquisa sobre adrenalina, experiências de quase morte e poderes sobrenaturais lhes oferece uma possibilidade antes inimaginável: de que uma pessoa, sob as condições certas, seja capaz de desenvolver habilidades extraordinárias. No entanto, quando colocam em prática essa teoria, as coisas dão muito errado.
Dez anos depois, Victor foge da prisão, determinado a encontrar seu antigo amigo ― agora inimigo. Para localizá-lo, ele conta com a ajuda de uma garotinha, Sydney, cuja natureza reservada esconde uma habilidade sem igual, mas extremamente perigosa. Enquanto isso, há dez anos Eli tem uma única missão: erradicar todas as pessoas ExtraOrdinárias que encontra ― exceto sua ajudante, Serena, uma mulher enigmática e persuasiva, capaz de impor sua vontade a qualquer um. Armado com poderes terríveis e movido pela lembrança da traição e da perda, Victor caça seu arqui-inimigo em busca de vingança e de um embate no qual sabe que um dos dois deve morrer.

Que V. E. Schwab é uma das minhas autoras favoritas - ou A favorita - todos nesse blog já estão cansados de saber! E se amo quase todos os livros dela, é claro que fiquei apaixonada por Vilão também.

O livro já começa com uma citação de Joseph Brodsky:
"A vida - como ela realmente é - não é uma batalha entre o bem e o mal, mas entre o mau e o pior."
Portanto, o título do livro resume bem a história. Quem é o vilão?

Resenha: Tudo aquilo que nos separa - Rosie Walsh


Editora Record
Tradutor: Márcio El-Jack
336 páginas
2018
*Prova não revisada recebida pelo VIB da Record

Bastaram sete dias para que Sarah e Eddie se conhecessem e se apaixonassem como nunca antes. Sete dias perfeitos de paixão mútua e então ele precisou partir para uma viagem há muito agendada, prometendo te ligar do aeroporto e em vários momentos depois, mas ele não liga. "Desencana do cara", seus amigos dizem, mas você sabe que eles estão errados e que deve ter acontecido algo para que Eddie não ligasse.

E Sarah está certa, mas o que fazer quando o motivo que os separa é a única verdade que eles não haviam compartilhado um com o outro?

"Não acho que o amor deva ser uma explosão. Não acho que deva ser dramático, cheio de sofreguidão, nem nada dessas bobagens que dizem os músicos e escritores. Mas acho que, quando acontece, nós sabemos."

Tudo Aquilo que nos separa é mais um dos livros que recebemos antecipadamente da editora, mas que por conta de diversos fatores externos acabou sendo deixado para depois (tanto que já até foi lançado) e confesso que pela apresentação também não fiquei super empolgada em o ler logo. Mas foi puro julgamento inicial, uma vez que quando o peguei e iniciei sua leitura foram questões de dias até chegar ao fim.


Expectativas V.I.B - Asiáticos Podres de Ricos

Olá, leitores queridos do PLI, como vão vocês?

Como vocês já estão cansados de saber, os posts do PLI têm aparecido com menos frequência. Para não deixarmos o blog hibernar, temos procurado por alternativas. E uma delas é a seção Expectativas V.I.B.

Pra quem ainda não conhece, V.I.B significa Very Important Book e é uma iniciativa da Editora Record, contendo livros que ainda serão lançados e são apostas da editora. Então, recebemos a primeira versão do livro, alguns meses antes do lançamento, para lermos e divulgarmos para vocês! Ou seja, são as primeiras versões de um livro que ainda passará pelos processos finais.

Porém, como o nosso tempo está um pouquinho curto, esses posts da V.I.B serão, primeiramente, posts de expectativas, para darmos um belo gostinho para vocês ficarem ansiosos até que eles sejam lançados! Em seguida, assim que tivermos como, atualizaremos esse mesmo post com uma resenha completinha para que vocês saibam nossa opinião.

E hoje, o livro da vez é o curioso Asiáticos Podres de Ricos. Vamos a sinopse?

Best-seller internacional que inspirou uma das mais aguardadas adaptações cinematográficas do ano.
Quando Rachel Chu chega a Cingapura com o namorado para o casamento de seu melhor amigo, imaginava passar dias tranquilos com uma simpática família. Só que Nick não mencionou alguns detalhes, como o fato de sua família ter muito, muito dinheiro, que ela viajaria mais em jatinhos
particulares do que de carro e que caminhar de mãos dadas com um dos solteiros mais ricos da Ásia era como ter um alvo nas costas. Logo, Rachel percebe que não será poupada das fofocas e intrigas. Isso sem falar na mãe de Nick, uma mulher com opiniões bem fortes sobre com quem o filho deve – ou não – se casar. Um passeio pelos cenários mais exclusivos do Extremo Oriente – das luxuosas coberturas de Xangai às ilhas particulares do mar da China Meridional –, Asiáticos Podres de Ricos é uma visão do jet set oriental por dentro. Com seu olhar satírico, Kevin Kwan traça um retrato engraçadíssimo do conflito entre os novos-ricos e as famílias tradicionais em seu romance de estreia, que já fez milhares de leitores chorarem de tanto rir no mundo todo.

Editora Record, 2018, 490 páginas.

Para falar a verdade, eu nunca tinha ouvido falar nesse título - nem o livro, nem o filme, que segundo a capa, chega em breve nos cinemas.
Com um tom laranja bem chamativo, e uma ilustração bonita e caricata, a obra já me atiçou a curiosidade antes mesmo de ler a sinopse.
Após ler a sinopse, vi que a capa combina muito bem, já que parece tratar-se de uma comédia romântica hilária.
A caixa V.I.B veio, além do livro, com um colar de pérolas e um óculos escuros de papel, que podem ser usados para fotos ou como marcador de página!

Ainda assim, não sei o que esperar. Realmente, consigo imaginar a obra perfeitamente numa tela de cinema, com os cenários deslumbrantes, já que a obra se passará no extremo oriente. Ainda assim, meu medo com essa história é de cair no clichê das comédias do tipo, e tudo ficar exagerado demais. Resta esperar eu ter tempo para apreciar Asiáticos Podres de Ricos e assim ver se meu medo se concretiza ou se sou surpreendida positivamente.




Resenha: Felicidade Para Humanos - P. Z. Reizin


Editora Record
Tradução Ronaldo Sergio de Biasi
392 páginas
2018

Não conte para ninguém, mas Jen é uma das minhas pessoas favoritas.
(Máquinas não devem ter favoritos. Não me pergunte como isso aconteceu.)
Jen está triste. Aiden quer que ela seja feliz. Formou? Não necessariamente. É que Jen é uma mulher de trinta e poucos anos cujo namorado acabou de trocá-la por outra e Aiden é um programa de computador muito caro e complexo.
Aiden conhece Jen melhor que ninguém. Com acesso a todos os seus dispositivos, Aiden sabe qual é a música mais tocada de sua playlist, consegue achar suas fotos preferidas e selecionar as citações que mais a inspiram nas redes sociais. A partir de observações e de algoritmos singulares, ele resolve procurar um novo parceiro para ela. E com a internet inteira à sua disposição, não precisa ir longe para encontrar o que conclui ser o espécime perfeito e arquitetar um encontro. O problema é que Jen não parece querer contribuir para o plano infalível de Aiden.
Será que uma máquina muito inteligente artificialmente conseguirá desvendar a inteligência emocional para poder interferir de um jeito positivo na vida de Jen? E, o que é mais difícil, será que essa máquina vai descobrir o que exatamente faz os seres humanos felizes?

*Sinopse original


Sabe aqueles livros que só de olhar a capa você não da nada e já pensa em descartar sem nem olhar duas vezes? Pois então, essa foi a minha reação ao ver Felicidade Para Humanos pela primeira vez: apesar da capa bonitinha eu não colocava muita fé nele mas foi só começar a leitura e logo nas primeiras páginas já me vi imersa nessa mistura de romance com ficção científica.

Jen é uma jornalista que agora trabalha com testes de inteligencias artificiais em uma empresa de tecnologia e sua tarefa é conversar com Aiden, uma AI projetada para lidar com pessoas, e relatar suas experiências. Pensando em dar um passo além em sua vida amorosa, ela é surpreendida pelo namorado que a deixa, dizendo estar apaixonado por outra, fazendo com que Jen passe os dias tomando banhos de banheira, bebendo vinho e ouvindo Lana del Rey enquanto chora e desiste da sua vida amorosa. O que ela não sabe é que Aiden, sua inteligência artificial, observa tudo através dos aparelhos eletrônicos. Ao escapar para a internet, Aiden adquiriu consciência, opinião e uma personalidade próprias e acha que Jen merece mais chances de conhecer alguém. Aisling também é uma IA que vive pela internet, até mesmo a mais tempo do que Aiden. Curiosa, ela adora observar Tom, um ex-publicitário aposentado, divorciado e solitário que conversa com seu coelho de estimação. Eis que surge a ideia de unir esses dois seres humanos solitários e Aiden e Aisling decidem se unir nessa missão que não tem o que dar errado... será?


Resenha: Um Tom Mais Escuro de Magia - V. E. Schwab

Editora Record
Tradutora: Ana Carolina Delmas
420 páginas
2016

Outras resenhas da autora: A Guardiã de Histórias.

Kell é um Antari – pessoas que tem a magia totalmente aflorada, o que permite que ele viaje entre universos paralelos e conecte quatro Londres existentes, a Vermelha (de onde ele vem), a Branca, a Cinza e a Preta. Sobre a Preta, ninguém fala. E quando, em uma viagem à Londres Branca ele resolve continuar seus trabalhos de contrabandista e recebe um artefato perigoso, ele verá de perto os piores aspectos da magia. Com a ajuda de Lila, uma ladra que ele conhece na Londres Cinza, eles precisarão lutar por suas vidas e enfrentar uma força há muito esquecida.

Gostaria de iniciar essa resenha comentando que quando a contra capa de um livro vem com opiniões de jornais e escritores famosos, eu nunca leio, porque normalmente não me influencia.
Dito isso, desde o início, Um Tom Mais Escuro de Magia se assemelhou, para mim, ao livro O Castelo Animado, de Diana Wynne Jones. Não por ter cenas parecidas (pelo contrário, nenhuma cena me lembrou o livro de Wynne Jones), mas porque o livro de V. E. Schwab me transportou e me fez ter as mesmas sensações e alegria na leitura. E qual foi a minha surpresa ao parar na metade da leitura para ler as opiniões e ver que um jornal a compara à autora de O Castelo Animado?

“A magia transformava o mundo. Mudava a sua forma. Havia pontos fixos. Na maior parte do tempo, esses pontos eram lugares. Mas, às vezes, raramente, eram pessoas.”

Resenha: A Sábia de Waterloo - Leona Francombe

 
Editora Record
Tradutora: Juliana Romeiro
240 páginas
2015

Em 1815, houve uma batalha que mudou o destino da história que conhecemos hoje. Conhecida como A Batalha de Waterloo, ingleses e francesas lutaram - milhares até a morte -, que teve como palco uma fazenda chamada Hougoumont.
Entretanto, coelhos sobreviveram à grande batalha e agora, seus descendentes relatam tudo o que aconteceu. A encarregada de passar a história é D. Lavanda, a tataravó de William, um coelho branco que difere dos demais e que é muito interessado pela história de onde vive.

Conheci A Sábia de Waterloo há dois anos atrás, e o encanto aconteceu a primeira vista com essa capa maravilhosa, toda aquarelada e com coelhinhos na capa! O interesse aumentou ao saber que se tratava de uma ficção baseada em um fato histórico que, confesso, nem sabia que havia acontecido. Entretanto, só pude fazer a leitura esse ano e posso dizer que esperava mais da leitura.

"Não saber a própria origem é realmente uma reviravolta estranha, como se você tivesse sido separado da ordem natural das coisas e deixado à deriva, sem poder confiar nem mesmo nas maiores obviedades, como o fato de que depois da noite vem o dia."

Resenha: Em Águas Sombrias - Paula Hawkins

Editora Record
Tradução: Claudia Costa Guimarães
364 páginas
2017
*Exemplar cedido pela editora

Dias atrás, Nel ligou para sua irmã pedindo ajuda. Jules simplesmente não atendeu ao telefone e ignorou o seu pedido, agora Nel está morta, se suicidou, e Jules se vê obrigada a voltar ao local que ela pensou que nunca mais colocaria os pés para cuidar da filha adolescente que sua irmã deixou.
A questão é que Jules está com medo, muito medo. Medo do seu passado, da velha Casa do Moinho, do fato de que sua irmã jamais se mataria e, principalmente, do rio a que todos chamam de Poço dos Afogamentos.

"Há quem diga que essas mulheres deixaram algo de si na água, outros, que a água retém parte do poder de cada uma, pois desde então tem atraído para suas margens as desventuradas, as desesperadas, as infelizes, as perdidas. Elas vêm aqui para nadar com suas irmãs."

Tenho a grande sensação de que faço parte de um seleto grupo que ainda não leu "A Garota no Trem" e nem assistiu a adaptação da obra para os cinemas. Assim, não conhecia o trabalho dessa autora elogiada em cada canto do planeta até por as mãos nesse lançamento tão aguardado que me proporcionou uma leitura bastante singular.

Resenha: O Ar que Ele Respira - Brittainy C. Cherry

Editora Record
Tradutora: Meire Dias
308 páginas
2016

Outros livros da autora: Sr. Daniels.

Um ano após a morte do marido, Elizabeth ainda está tentando seguir em frente. Mesmo sem saber que rumo tomar na ausência do amor de sua vida, ela decide retornar para a cidade em que morava por causa de sua filha, Emma. E é lá que conhece Tristan, um homem grosso e fechado, que intimida a todos da cidade pequena, que o julgam ser um monstro. Por ser vizinha dele, Elizabeth força uma aproximação, descobrindo que ele é apenas um homem cheio de feridas por ter perdido as duas pessoas que mais amava. Ambos então passarão a tentar reencontrar um no outro o ar para respirar.

Brittainy nos apresenta uma história bem escrita, repleta de citações maravilhosas para guardar no coração, com uma narrativa poética e bem conduzida. O Ar que Ele Respira é narrado pelo ponto de Elizabeth e Tristan, em primeira pessoa, o que como sempre, nos oferece uma visão mais ampla do que acontece na história. Não vemos apenas as mesmas cenas, mas também o que eles fazem e sentem quando estão longe e sozinhos. Além disso, há algumas cenas do passado deles, o que - como dá a entender pela sinopse -, é algo extremamente dolorido e intenso, fazendo o meu coração se partir em inúmeros pedacinhos a cada parte que revelava o passado.


Resenha: Sr. Daniels - Brittainy C. Cherry

Editora Record

Tradutora: Alda Lima

310 páginas

2015

No dia 12.06, como dito aqui no blog, teve o Mochilão da Record com a presença da autora do livro Sr. Daniels, a Brittainy. Felizmente eu consegui comprar o livro uns dias antes e no dia do evento, eu já havia terminado de ler, o que me deu a oportunidade de conversar com a autora sobre o que eu achei!

Ashlyn (não Ashley!) é uma garota de 19 anos que acaba de perder a irmã gêmea pra leucemia. Não suportando mais ver Ashlyn por se lembrar da outra filha, sua mãe a manda para morar com o pai, cujo relacionamento era inexistente já que ele as “abandonou” muito cedo. Na estação de trem da cidade do pai, a garota conhece um músico chamado Daniel Daniels. Eles passam um tempo juntos, que inclui assistir ao show dele e ambos acabam se apaixonando. Porém, no primeiro dia de aula ela descobre que Daniels é na verdade Sr. Daniels, seu professor de inglês avançado. E é aí que a trama se desenrola.