Editora Qualis
264 páginas
2017
Outras resenhas da autora: Tenshi, Destinos de Papel.
Elisa é uma garota que, apesar de não ser exatamente rica, tem tudo o que deseja na vida. É uma garota bonita, faz parte do melhor trio do colégio, é um tanto inteligente e caidinha pelo garoto mais gato da sala. Só lhe falta uma coisa... empatia. Então quando a professora de história lança um trabalho final diferente e ela é sorteada para fazer o dever com o novo e esquisitão aluno da sala, ela seria capaz de morrer. Afinal, é trabalho voluntário, e jamais passou pela cabeça da garota em fazer tal coisa. Porém, conforme as coisas andam, ela percebe que gosta disso, e que uma nova Elisa pode estar aparecendo.
Luciane Rangel é uma de minhas autoras nacionais favoritas, como você devem ver pelas resenhas anteriores. Demorei a ler Contando Estrelas por falta de tempo e muito estresse, mas é incrível sobre como suas histórias são leves, divertidas e, ao mesmo tempo, cheias de detalhes fantosiosos e lições de vida. Creio que esse último livro, lançamento da Editora Qualis, tenha sido o mais profundo das obras da autora até agora, chegando inclusive a passar Destinos de Papel (mas esse último possui cenas mais pesadas).
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Resenha: Destinos de Papel - Luciane Rangel
Editora Qualis
278 páginas
278 páginas
2016
Outros livros da
autora: Tenshi.
Rebeca é uma jovem de
19 anos que é meio desmiolada, cheia de próprias regras que segue a
risca, ainda mais por conta de algumas situações que passou na
vida. Sem esperanças para o futuro e cursando psicologia só porque
conseguiu uma bolsa, ela é surpreendida ao conseguir um estágio num
colégio, passando a atuar como conselheira dos alunos. E é assim
que conhece a adolescente Júlia Nakagawa, uma garota estranha que
usa maquiagem pesada, sempre se mete em problemas e consegue ver o
passado e prever o futuro ao tocar em uma pessoa.
O que Rebeca achava se
tratar apenas de um simples estágio, se transformará em algo maior
quando conhece um possível amor (algo impossível em suas regras) e
Júlia vê algo que se recusa a falar para alguém, mas que pode
mudar a vida de todos eles.
É tão difícil
resenhar um livro que se gosta tanto, porque faltam palavras para
descrever uma história que tanto cativou e tanto te fez sentir.
Portanto, peço desculpas antecipadas caso eu não consiga mostrar o
quão adorei Destinos de Papel.
Resenha: O Retrato da Condessa - M.S Fayes

Editora Qualis
168 páginas
2015
Laura é uma jovem que está viajando por Londres com suas amigas. Hospedada em um charmoso hotel, ela não esperava encontrar em seu quarto um homem elegante e de porte aristocrático que parece ter vindo de outro século.
Vicent Kildare, Conde de Lilwith, não consegue acreditar e muito menos descrever os eventos que está vivenciando. "Inacreditável " daria uma ideia.
Passado e futuro se juntam de maneira impensável, resultando num amor que nem o tempo pode apagar.
"Vou. Mas deixo meu coração contigo por toda a eternidade. Meu amor por você será atemporal."
Vincent Kildare é considerado um libertino e, ao mesmo tempo, um excelente partido por ser o Conde de Lilwith, por isso sempre que pode ele foge das moças com quem deveria dançar nos bailes. E é exatamente o que ele faz no baile do seu amigo, o Visconde Lincoln Bursbank, ao se retirar para um dos aposentos para dormir até que sua dor de cabeça passe, mas não sem antes parar no corredor e ajeitar o quadro de uma linda moça correndo no campo que estava torto. Kildare vai para o quarto e sua merecida soneca, só que logo depois, acorda no século XXI.
"Ué, ele desentorta o quadro e vai pro futuro?" Sim, exatamente! Como? Não faço a mínima ideia, mas é assim que tem início o livro de M.S. Fayes, que nos traz 168 páginas de puro romance e diversão.
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